Minas Gerais intensifica combate ao Aedes aegypti após primeiro levantamento de 2026
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais divulgou o primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, que orienta as ações de enfrentamento às arboviroses como dengue, chikungunya e zika. O estudo, realizado entre janeiro e março, mostrou que 213 municípios apresentaram índices satisfatórios, 422 estão em situação de alerta e 184 foram classificados em risco.
Apesar do cenário endêmico, os dados revelam uma curva de casos em queda, indicando um panorama mais favorável em comparação a anos anteriores. Até a 14ª semana epidemiológica, o estado registrou cerca de 45 mil casos prováveis de dengue, 7,3 mil de chikungunya e 32 de zika.
O levantamento destacou que os principais criadouros do mosquito continuam sendo ambientes domésticos, como caixas d’água destampadas, vasos de plantas e pneus abandonados. Autoridades reforçam que pequenas atitudes cotidianas, como eliminar água parada e manter recipientes fechados, são fundamentais para reduzir a infestação. O governo estadual investe cerca de R$ 210 milhões anuais em ações de combate, incluindo o uso de drones, armadilhas e a liberação de mosquitos com a bactéria Wolbachia, capazes de reduzir a transmissão dos vírus.
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Com a combinação de tecnologia, inovação e mobilização comunitária, Minas Gerais busca consolidar uma estratégia de prevenção que mantenha o controle das arboviroses mesmo durante o período sazonal de maior incidência.
🔗Informações da Agência Minas
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