Vacinação contra a gripe começa neste sábado (28) em todo o país
A campanha nacional de vacinação contra a gripe terá início neste sábado (28) em diversas regiões do Brasil, com o chamado “Dia D” de mobilização. A ação, coordenada pelo Ministério da Saúde, segue até 30 de maio e tem como meta imunizar 90% dos grupos prioritários. A medida busca ampliar a proteção da população antes do inverno, período de maior circulação do vírus.
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A vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra os principais tipos de influenza em circulação, incluindo H1N1, H3N2 e influenza B. A imunização é considerada essencial, já que a proteção dura em média de seis a 12 meses, tornando necessária a aplicação anual.
Entre os grupos prioritários estão crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos, puérperas, trabalhadores da saúde e da educação, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, além de profissionais de transporte, segurança e forças armadas. Também estão incluídas pessoas com comorbidades, deficiência permanente e jovens em medidas socioeducativas.
Dados recentes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam aumento atípico nos casos de influenza A, com maior número de notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) para esta época do ano. Especialistas reforçam que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenir complicações, reduzir a transmissão e evitar sobrecarga no sistema de saúde.
Alguns estados já iniciaram a imunização antes da data oficial. O Ceará, por exemplo, começou no dia 20 de março, após receber mais de 760 mil doses. No Rio de Janeiro, cerca de 488 mil doses já foram distribuídas, enquanto o Distrito Federal iniciou a campanha no dia 25 com 80 mil doses. No Rio Grande do Sul, a vacinação começa no dia 28, com expectativa de atender mais de 5 milhões de pessoas dos grupos prioritários.
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Desde 2025, a vacina contra a gripe integra o Calendário Nacional de Vacinação para crianças, gestantes e idosos, permitindo que esses grupos tenham acesso ao imunizante durante todo o ano. População considerada de maior risco:
puérperas (até 45 dias após o parto),
trabalhadores da saúde e da educação,
povos indígenas,
quilombolas;
pessoas em situação de rua;
pessoas com comorbidades ou deficiência permanente;
caminhoneiros,
trabalhadores do transporte coletivo;
trabalhadores portuários e dos correios;
profissionais das forças de segurança e das forças armadas;
população privada de liberdade; e
jovens em medidas socioeducativas.